Capaz de todas as proezas

•dezembro 23, 2011 • 1 Comentário

Se de pureza e simplicidade
Vivo da mais imensa felicidade
E quanto mais se completa o meu viver
Mais eu tenho de lhe querer

Com palavras singelas
Vou falando do amor
Surgindo o que for
Sem ou com palavras belas

A rima é fraca
O poema também

Alguns versos nem rimam
Outros fazem até demais
Mas o importante é o amor
Da minha pessoa pela noite

O ciúme é explicado
E de brigas e sorrisos
Vamos se endireitando

Ah! Esse é o amor, inexplicável
Se em cinco minutos estávamos brigando,
nem cinco, nos reconciliamos

E assim, vai aumentando o desejo
Desejo não pela noite
Desejo de passar a eternidade do lado dessa

Cinco horas com ela, o mesmo que cinco minutos
Cinco minutos sem, o mesmo que cinco horas

E assim é o amor
Feito água, capaz de derrubar pedra
Capaz de amolecer a terra
Capaz de causar vento
Capaz de apagar o fogo
Capaz de todas as proezas

E assim é o amor
Capaz de todas as proezas

 

Feliz um ano e um mês de namoro Briigadeiro Tuller
Por: Guilherme Antonio
Te amo Doce de Festa!

O velho barqueiro

•dezembro 22, 2011 • Deixe um comentário

Quando eu era garoto, eu costumava brincar em uma praia que não era assim tão longe da minha casa. Desde criança eu já tinha gosto pelo mar.

Mas o que me fazia ir todos os dias naquela praia de pescadores era um velho, um senhor de idade, beirando seus 65, 66 anos.

Conheci ele por uma besteira. Eu estava brincando de contar passos na areia e desligado que sou quase bati com tudo num arpão. Esse senhor me segurou e eu assustado de quase ter… Sei lá, morrido talvez, fiquei ali parado na frente dele perplexo até começarmos a conversar. Desde então todos os dias eu passava naquele mesmo lugar apenas para ouvir as histórias de vida daquele senhor, O barqueiro, como ele gostava de ser chamado.

Todos aqueles dias e ele sempre tinha uma história nova pra me contar. E todas às vezes ele me surpreendia não pela grandeza de seus fatos, mas sim por sua habilidade de não contar as histórias por completo em um dia, ligando uma nova possibilidade a algo que já estava acabando.

Eu como criança boba que era nem tinha ideia de que em muitas daquelas tardes ele me ensinava tudo o que eu precisaria pra vida inteira. Sendo que tudo que ele ensinava cabia em uma pequena frase que ele me dizia todos os dias antes de ir embora: “Criança, vê o sol caindo no mar? Olhe novamente, tem certeza de que é apenas o sol caindo no mar? Pois então preste bem atenção essa é a ultima vez que você vê está imagem, pois nada pode ser exatamente igual ao que já existe ou existiu. E guarde está imagem, amanhã pode não haver sou pra cair no mar.”

Infelizmente só fui entender essa frase quando já não havia sol pra cair no mar.

A Beleza

•dezembro 22, 2011 • Deixe um comentário

E, olhavas escorrendo sangue. Olhavas ainda pra mim com aquele olhar, de culpa. Da culpa por ter eu matado, sem motivo. Sem motivo.
Finalmente, o sangue tocou a ponta de meus dedos. subiu por cada entranha minha, E como bela era cena!

A janela do quarto sempre falou comigo, sempre. Nas minhas mais entrépidas noites, falavamos das estrelas, falavamos da lua, da neblina, da Morte. Uma noite, não havia neblina, muito menos Lua. Pela primeira vez, Dormi.

E como Dormi de ódio! A beleza, se escondeu, se escondeu de medo.

E como Ainda não sabia, matei por ser ainda a única a qual, Não tinha medo. Morreu culpada, culpada pela beleza.

E meu motivo, como? era ela mesma! e morre, ironicamente, sem saber.

E naquele dia, acordei, minha janela virado tinha, tijolos. Semi nus, praticamente novos, como se alguem tivesse os posto lá nos breves momentos de meu lapso.

Pois agora, me esconderam da beleza, Acho que queriam privacidade! Nunca mais olhei a Lua. pois, mesmo que o quero,
sento aqui,

E escrevo.

1 ano de Cirurgia Cerebral \o// Parabéns…

•dezembro 22, 2011 • Deixe um comentário

 

 

Parabéns parceiros *-* Nosso querido Blog completa 1 ano de existência \o// “Hoje o tempo voa amor, escorre pelas mãos”  e acredito que para todos nós foi um prazer deixar o tempo escorrer em forma de versos, crônicas, ilustrações, criticas, músicas, debates e outras cirurgias. Desde Erguendo o Edifício  ao 17 de maio, 11 horas  Contamos com a colaboração de vários amigos que ajudaram a  fazer do blog o que ele é hoje. Muito Obrigado:

E claro aos nossos ávidos LEITORES, muito obrigado pelos elogios e comentários nos  posts . Sua presença é e sempre será muito importante para nós *—*

17 de maio, 11 horas.

•dezembro 22, 2011 • 1 Comentário

João sabia muito bem o que lhe acomodava. Só isso também. Aquele tal do tédio gorduroso e visceral. E assim, ficava, vendo sua TV, e pensando sobre sofás.  Já nadava em gordura, em tripas. Não se lembrava de nada, não fazia nada, estava ali por qual motivo? Quem lhe designou tão inútil função? Não sabia, mas continuava a fazê-la.

Havia se levantado poucas umas vezes, a maioria, apenas para trocar de sofá. Mal também mudava seu olhar de lugar. Como que a vida lhe trazia tantas cores, tantos sons, tantos sentimentos, incríveis! Mas saindo de uma tela. E assim, como um aríete a bater no portão de tróia, ouve uma estocada em sua porta. Mais uma e outra. Em seu transe quase espiritual, ignora. Seu horror em formato de filme era contemplatório!

Soneto de praça

•dezembro 21, 2011 • 1 Comentário

E com todo aquele encanto de garota,

Com toda aquela magia no olhar

Não tive outro destino,

Outra escolha que não por ela me encantar

 

 

Fiz-me louco, palhaço

Para alguma atenção chamar.

Fiz-me triste por meu fracasso,

Pois não fiz nada alem de lhe olhar.

 

 

Hoje já não existe mais encanto,

Acabou-se a magia

E sobrou o banco.

 

 

 

Triste banco,

Vive sem magia,

Vive com meus desencantos.

Hancock

•dezembro 21, 2011 • Deixe um comentário

Talvez os leitores mais antigos lembrem-se de uma versão de imagine (John Lennon) que postei, do Hancock, com muitos artistas, pois bem, a versão é do álbum “Imagine Project” onde Hancock conta com a participação de vários artistas, dentre eles, uma brasileira, “Céu”, fica aqui a indicação do álbum e a música com a Céu, contemplem: