16 de novembro.

Ás vezes me chamavam por nomes estranhos. Nunca pude me recordar de nenhum, como poderia? Puseram-me para dormir, cada dia, com nomes diferentes, lugares diferentes, almas diferentes, talvez até, pessoas diferentes. E, sempre me senti como eu mesmo. Como eu mesmo, poderia ser, qualquer outro? Mas sempre dormia bem.

Talvez fosse apenas para eu dormir mesmo, sonhar com outro. Sonhar em não ser ninguém. E, quase era natal. Meu sapato na soleira, minha imaginação no céu.

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~ por Morte. em dezembro 29, 2011.

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