Ontem, 21 de maio, 25 Horas.

 

Nossa perfeita insignificância dentro do universo. Leu isso em um grande livro de autor desconhecido, olhou e riu-se, riu-se como da maior comédia possível, quando morrem por matar. Quando matam para não morrer. Quem diria isso? Realmente, vos digo que infelizmente era o único insignificante nesse nosso universo. E o tempo passava, e passava e, passava.

Passava com o passado, que agora é mais passado que quando era já passado. E como um gesto de loucura de alguém que não quer lembrar-se de noite de algazarra e treslouquices, simplesmente, se deslembra. E nisso, inspirado nisso, desvairado com tal fato, o tempo vos copia! E quanto mais queres esquecer, esqueceras. Mas, do mesmo modo em que escolhes o que esquece, agora o tempo escolherá para você, e, cada simples passo que der, cada felicidade, cada amor, cada, vida! Esquecera, esquecerá do mesmo modo que acorda depois da ressaca, ressaca de pinga velha, de whisky velho,  e de até um suco de uva vencido.

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~ por Morte. em dezembro 27, 2011.

Uma resposta to “Ontem, 21 de maio, 25 Horas.”

  1. deslembrado.

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