Nossa morte.

Quantos poemas,
Quantos poemas a mais eu tenho de escrever,
Quantos?

Sempre achei que não valiam tanto quanto valem.
Sabe quando você escreve, apenas para você?
pra não esquecer aquele pedacinho de vida,

Pra não esquecer aquela hora no dia?

Acho que vou ali pisar em alguma casa,
Me desculpem.

Não sei por mais quanto tempo honrarei meu nome.

Morte.

Pois então, só posso dizer isso:

Olá!

E que assim,
Putrefata, bêbada, estúpida!
Completemos nosso ciclo.

Talvez essa tenha sido a ultima frase dela.

Ou não.

Quem sabe?

Só, me resta,

Dizer, olá!

Olá.

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~ por Morte. em dezembro 12, 2011.

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