Meu descanso.

As nuvens já ébrias, desfazem sua felicidade em mim.
Desabam a tristeza, desabam aquele sentimento,
Aquele sentimento perdido, lá no fundo do peito, que te aperta.

Mas não vos direi amém.

Aquela bebida velha que despejam em mim,
Aquele uísque desgostoso, gélido.
Só me traz a embriaguez.

Não vos direi amém!

E que seja feito,
que me levem,
erodam cada pedaço de minha alma,
Gelada!

E que consigam, no fundo,
Esquecer o que já nos ocorreu.
Esqueçam, esqueçam que algum dia;
Eu já fui de vocês.

Que já ajoelhei-me a seus pés,
implorando,
essa sua chuva fina, cálida.
Agora, só imploro o descanso.

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~ por Morte. em novembro 14, 2011.

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