O Ridículo.

O amor comeu minhas vísceras, meu credo,
minha alma.
O amor sugou todo meu sangue, minha vida.

O amor surrupiou todas as cartas de amor que escrevi,

todas aquelas cartas de amor ridículas.

Todas cartas de amor são estupidamente, ridículas.

Mas, ridículo mesmo, o amor.
aquele que me consumiu por tantos,
por todos.

Aquele que comeu até a ele mesmo.
Até seus próprios poemas de amor.
Até seus próprios poetas de amor.

O Ridículo comeu todos os amores que tive.

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~ por Morte. em novembro 12, 2011.

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