Lhe poupo!

E, de palavras dementes,

Dedos indecisos,

Facas sem corte,

Lhe poupo a morte Desquerida.

Pois, de tempos já sei,

que sua perturbação mais profunda,

é si!

E, não te mataras com isso.

Te levo comigo,
Por baixo de meu capuz negro,
Por baixo de minha unhas Podres,

Cada meu dedo torto, acaraciar-lhe a face.

E, espero, que seja são,
ao menos em condizer seus mortais,
seus mortais, que agora lamentam sua térrivel morte,

Culpam-me.

Mas só te amo.

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~ por Morte. em maio 26, 2011.

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