O Advogado

Que mau fado o deste digno Advogado

Que maltrao esta alma tão má alma queimar

De toda sua carreira se importou em defender

Apenas pessoas honestas, até negou contratos com o diabo

Tão má alma foi que nunca cometeu um “feito errado”

Não Subornou, lubridiou ou mentiu

Desonrou sim sua profissão

Não soube diferenciar o correto do necessário

Fez o correto e morreu por ser assim desnecessário

Mas que diabos esse advogado

Onde já se viu ser honesto nesta profissão

Banhou-se num rio de sangue por dele suas mãos não sujar

Morreu e agora irá queimar

Talvez agora após tanto relutar

Vire advogado do diabo ou então continue recorrendo

Da sentença subornada que o mundo lhe deu.

 

 

Série, Contos dos infernos.

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~ por Morte. em abril 6, 2011.

Uma resposta to “O Advogado”

  1. pessoal é o primeiro de uma serie de antigos contos meus leiam cometem e tals

    O barqueiro

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