Diario de MOMENTO.

Roda-se a catraca,ja está cheio de gente,algumas,apenas,algumas contentes.Aqui há lugar a gentileza e grosseria,há lugar para o amor e a baixaria.E pessa pela catraca,uma loira,a qual olhei de relance e não me lembro,pasa uma crioula de pele esburacada e cabelo duro,essa eu lembro,usava oculos,entrou apos ela,um negro de boné,que parecendo conhecer um dos passageiros,”QUANTO TEMPO”,dizia ele,”OLÁ FULANO”,dizia ela.Disse ela que saira para compraruma boneca para a filha,que ali na frente dela,sentava no colo da vó,a mãe em pé,segurava a tal boneca,maior que a filha,isso foi enfatizado pelo negro.A mãe disse para filha “SE PINTAR O ROSTO DA BONECA VAI APANHAR”,que naquele momento crescia,e queria ser mulher,mas calma criança,vai chegarsua hora.

Voltando-se acatraca,que ninguem mais passa,pois está cheio além do cheio,volto meu olho para a rua.Passa carro e papo,papo e gente,e gente parada e apertada aqui dentro.Um garoto de aparencia mais que jovem,careca de roupas verde,deve ser uniforme da escola,que coisa,interrompe minha descrição o,FINALMENTE, acesso ao onibus,que está e cheio para cheio de cheio.Agora que me dei conta o quanto confuso está essa dissertação,sem começo nem meio nem fim(ainda bem,senão acabaria aqui).

Uma carro preto para na minha janela,com sufilme preto e calotas prateadas,passa o carro preto,e fica na minha imaginação sobre o que pode de ter lá,amantes em crise,com uma faca na bolsa da fêmea e com o macho com o volante na mão?corpos despedaçado?sexo oral?

Um terço do caminho,agora não se falam sobre a boneca,falam de carro,o qual a mão quer comprar,um voyage ou um fusca?se eu tivesse coragem pra ela,diria pra comprar o voyage por qualidade,mas o fusca é tão formidavelmente nostalgico.

Sabe o que imaginei?Claro que não sabe,passe a ver(imaginar) bacterias aqui flutuantes,e lmebrei  das bacterias resistentes,falada pela minha professora uns dias atrás,ai pensei,oO MAIS FORTE SOBREVIVE,então quem ficar doente com as bacterias existentes no onibua,não é uma bacteria resistente a bacteria,logo logo morrerá com infecção na cuticula.

HAHAHAHHA!A velha coma criança no colo que agora tem uma boneca maior que ela e cuja mãe que comprar um carro,disse que tem pés de morango,imagine uma velha com pés de morango:

HAHA!Que tenso!Esse transito está realmente lindo,esntre todos o transitos com quais sair,ele está lindo,um monte de carro nun caotico BIIII.è minha primeira e ultima vez que gasto folha do caderno contando minha “viagem”.

Como falei,essa historia está sem pé nem cabeça”não exatamente com essas palavras),vou explicar,estou no onibus,na linha 05 da empresa SBCTrans com destino ao Jd Laura(lugar sinistro),tentei começar escrever com uma linguagem culta e poetica,agora escrevo ele com uma linguagem coloquial,e agora,uma refrescante pausa para poesia:
passa carro
passa carro
passa carro
é um assalto
assalto, não respire
assalto de oxigenio
barriga e bolsa na minha cara
não respiro
mas isso
não é um pedido de:
NÃO USE SEU CARRO
nem muito menos de:
MELHORE O TRANSPORTE COLETIVO

Ia descrever a vagina da moça a qual esta praticamente em cima de mim,mas um carro quase bate no onibus,e a velha com pés de morango falou com entusiasmo exagerado”ÊÊÊ!homi torto,tome diacho,vai se fude”disse isso alto,e a filha que pretendo comprar um carro,ficou com vergonha,e disse a mãe(a velha moranguenta)”Para mãe,o problema é dele”.É quem não teve vergonha dos pais uma vez!?

Passei a parte de maior transito,e a vagina já não está tão “em cima” de mim.Oô,por que falar mim é errado?ou não é?quando eu chegar em casa irei ver.

Passei em frente a materninade,será que alguem nasceu enquanto eu passava,e nossas almas ficaram alinhadas?de mim ele só pegará coisa ruim,manis nojentas.

Definindo alma na concepção de um ateu:a alama é o que você faz,se faz cosas boas,alma boa,se faz coisas ruim,depende do seu doinheiro.HEHEHE.

Passei pela padaria,chegando perto da praça,padaria me da fome.Lembro que nessa praça,eu costumava ir em domingos raros com meu pai,como se fosse um grande festival feliz e divertido,mas que nada,nunca era tudo isso,era super chato,mas sempre que iriamos,eu achava a mesma coisa,diversão.Redonda,cheia de pessoas,arvores e saudades,eita praça boa.

Lembri o quanto idiota sou,mas isso não vem ao caso agora,passando em frente ao campo de futebol,mais de metade do caminho feito.

FAROL VERMELHO!Lembrei do curso tecnico,putz,um assasinato de expectativas,só mato aula.Nada muito atraente passando ,onibus escolar,carros,favela e a mulher com a vagina invasora parece ter lido que escrevi da vagina dela,e está a uma distancia grande,desequilibrada no balanço do onibua,me da nauseas,um dia andarei de barco!

Mas então,ja disse,historia sem pé nem cabeça,ja pensou você escrever tudo o que pensa no dia,tuso o que fielmente?de forma crua?O meu dia nun tem muito sentido,meu ponto esta chegando!Vou parando de escrever.

O rosto da mulher da vagina invasora é triangular,olhos cor de mel,expressaõ de desgosto,cabelos loiros ,acho que é falso,roupa feia,mas isso não é importante,é a principal candidata a sentar onde estou sentado,,e agora ela não é mais apenas a mulher da vagina invasora,Levantando pra descer depois da palavra que vou escrever agora…

OBS pós descida:Pensei,se quando olhei a mulher,pensei em ela ser a mulher da vagina invasora,quando ela olhou pra mim,como ela me chamou?o menino do caderno?o menino do cabelo zuado?

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~ por Cirurgião em março 31, 2011.

2 Respostas to “Diario de MOMENTO.”

  1. Boa,gostei O/
    Li tudo depois de perceber q falava de onibus e os acontecimentoa ao redor,não consegui parar…
    Passo muito tempo no ônibus boa parte da minha vida,parar pra abservar as pessoas e olhar atraves da janela é seu unico entretenimento além d desenvolver tecnicas de sobrevivencia (em relação a vagina invasora jah sofri situações parecidas por isso nunca mais sentei no banco do corredor”trauma” apesar q de manhã se eu sentar ja é um super alivio)repugnante,engraçado,tedioso blá blá blá eNFIM viva as horas nos tranportes pulblicos e a introdução crua e nua do naturalismo em nossas entranhas …

    (C.Da MortE)

  2. longo pra caralho, nem li. (juro que tentei) (“Paciente” nem tão paciente).

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