Elegante!

E um dia, eu tive toda a certeza.

 

De que tudo,

 

Tudo era mais negro.

 

Elegante!

 

 

Mas,

 

Tão elegante quanto morto.

 

 

 

E eu mesma,

 

Acabei com tudo.

 

Tudo que era tão,

 

Lindo!

 

E agora, do meu lado.

 

 

Como vivo,

Apenas para ver o belo morrer.

 

Apenas para.

 

Nesse dia,

 

Desacreditei,

 

Em acreditar.

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~ por Cirurgião em março 8, 2011.

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