Valsa.

E a valsa,

 

Danço como a,

 

Morte.

 

Talvez como flor,

Bela Flor  amarela.

 

Mas nao bela,

 

bela pela morte.

 

Amarela de velha.

 

 

Aquela que tu,

 

Tocas com dó.

 

 

 

Dó de despedaçar,

 

Pétalas.

 

Aquela a qual

 

Sé lhe resta

 

Memorias.

 

Sonetos,

 

Compassos.

 

 

 

 

 

E que em vão,

 

Sua memoria tenta,

 

Relembrar!

 

Pois o vento,

Leva embora,

Até a Forte

 

 

Alma.

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~ por Cirurgião em fevereiro 26, 2011.

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