Le afar

Eternamente perdido em pensamentos
Viajando no nada sem sair do lugar
Essa vida me lembra um som familiar
Extinto
Rompido
Corrompido

Quando o vento me tocar
Eu vou sentir
Os caminhos traçados
Escondidos no tempo
As notas surdas que eu preciso ouvir

Um túnel
Um labirinto
Uma melodia
Na camisa de força posso me equilibrar
No barbante da fascinação

Quando do céu caiu
O prato atingiu os meus olhos
Deixou uma linha
Mais uma cicatriz
O disco voador dos sonhadores
Mais um aprendiz
A memória inocente
Se recusa a revelar
O que a coerência
Se recusa a acreditar

Ao partir diga adeus aos anjos
Ao chegar diga olá!!!
Os bons corações continuam batendo?
Eu dirijo em direção ao meu lar…

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~ por Cirurgião em fevereiro 26, 2011.

6 Respostas to “Le afar”

  1. È fácil criticar, mas dar um motivo, uma explicação é difícil, muitos omitem o tal sentimento inveja, ta otimo o poema!

  2. Antes de ficar ofendendo o poema de alguém, tente pelo menos fazer uma crítica decente.

  3. qualquer merda é linda agora……. viva a internet (2012 como demoras ..).

    • Então que tal dar um tempo nas perspectivas apocalípticas sem fundamento e tentar explicar pq achou o poema ruim… Criticas são sempre bem vindas contanto que tenham um conceito e me permita refletir sobre ela.
      [C. da mORTE]

    • Continue se manifestando da forma que quiser, adoro sinceridade dos leitores, mas uma atitude muito corajosa a sua, criticar como um anonimo!(Ironia)

  4. Nossa, que lindo! Adorei!!

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