Hydra

Limpa o mal
Limpa a culpa
Banho de nuvem

Tolerância bônus
Glorificada
Tanto fez se estou ruim
É como muito quis

Vou dar novas chances
Acompanhar exceções
Beber champagne quente
Só pelo desacomodo

Contra todo um mundo
A água daqui seca
Corre com muco
Esse último não mais atrasa

O obvio é o incerto
E as provas que me acusam
E damas à crescerem
Precipitadamente demasiado

Fim

Poemas grandes desencorajam a leitura
Cortam a clareza de um poeta
Para tudo temos determinada contração
Às suas expectativas trago uma surpresa

19/08/10

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~ por Cirurgião em fevereiro 2, 2011.

2 Respostas to “Hydra”

  1. Realmente muitas vezes é bom ler poemas pequenos, pra mim que sou preguiçoso, mas gosto de ler poemas grandes quando são bons… E gostei muito desse poema Hydra ^^

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