Os poemas curtos e verdadeiros

O poema curto e verdadeiro

lembro-me dos tempos
Tempos antigos
Em que nele não acreditava

Lembro-me da morte
Do ser divertido
Do ser fraco
Do não admitido

Lembro-me do não acreditar
Do que agora eu acredito
O amor meus caros
O amor

Afinal como não acreditar
Em algo que agora você sente?

O poema curto e verdadeiro II

Lembro-me do acreditar
Lembro-me dos tempos atuais
Lembro-me da vida
Lembro-me e apenas lembro-me

Do que agora VIVO
O ser antes morto,
agora vivo

Afinal como não acreditar
Em algo que agora você sente?

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~ por Cirurgião em fevereiro 1, 2011.

Uma resposta to “Os poemas curtos e verdadeiros”

  1. Dois poemas curtos e verdadeiros… Muito bom, muito bom mesmo!

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