Eu não existo…

 

Continuamos esperando por uma vida calma
Esperando, esperando
Pensando, pensando
Mas não fazemos nada

As circunstâncias triviais
Mancham os pergaminhos de sangue
Sempre é a mesma historia
A mesma insana paixão

Nos dê um motivo qualquer
Para matarmos uns aos outros
Futebol, política, religião tanto faz
Basta ferir o nosso orgulho inexistente
Para acordar a fera inconseqüente  
A humanidade trancada
Suspira no calabouço

Os instintos selvagens de proteção
Expulsão as emoções
A auto-conservação
Não se importa com a dor
Marche apenas
Marche
Mate apenas
Mate  

Minha alma era bela
Quando me abandonou
Me sinto anestesiado
A culpa não existe
O medo não existe
Eu não existo

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~ por Cirurgião em janeiro 21, 2011.

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